"A mulher está sempre pronta para o que der e vier e o homem está sempre pronto para quem vier e der."
"O café excessivamente quente, em copo de plástico, reduz em dois terços a potência sexual do homem: primeiro queima os dedos; depois a língua!"
são pensamentos, são confissões, são vivências... é um diário, um diário de bordo a III


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Estou completamente viciada no cd desta moçoila... É simplesmente das melhores coisinhas que ouvi nos últimos tempos e esta musiquinha tá sem dúvida no pódio! Muito bom! :)

Não me consigo lembrar de nada mais agradável que estar a receber um tratamento com vários fins terapêuticos entre eles o relaxamento e ter na sala do lado um gajo a roncar de tal maneira que se devia ouvir em Marrocos. Ora para mim que lido muito bem com este tipo de ruídos foi logo motivo para calma e boa disposição no resto do dia...
O «dia das bruxas» é uma tradição enraizada na cultura portuguesa, através do culto dos mortos, a que nos últimos anos apenas foi acrescentado o uso de disfarces e a exibição de figuras vampíricas, segundo o sociólogo Jean Martin Rabot, refere a Lusa. Jean Martin Rabot, professor e sociólogo da Universidade do Minho, considerou que o «Halloween» (designação inglesa para «dia das bruxas», que se assinala esta sexta-feira) é uma maneira de «exorcizarmos os medos que temos da morte numa civilização que a recalcou».
«É uma maneira de viver a morte no dia-a-dia, de apaziguá-la ou apaziguar os medos que lhe estão associados», adiantou o professor, negando o facto de se tratar de uma festa que obedece apenas a «desígnios comerciais».
Segundo o sociólogo, nos últimos anos, as tradições nacionais associadas ao «dia das bruxas» passaram a incorporar o uso de máscaras e figuras vampíricas. Martin Rabot não sabe, no entanto, se se trata exactamente de uma «americanização» das tradições, porque «sempre houve uma interpenetração cultural».
«A tradição enriquece-se sempre agregando elementos novos», destacou.

